<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109</id><updated>2011-11-12T18:38:51.939-08:00</updated><category term='tori amos'/><category term='ney matogrosso'/><category term='legião urbana'/><category term='cranberries'/><category term='joni mitchel'/><category term='the sound of music'/><category term='Roberto Carlos'/><category term='Maria Bethania'/><category term='Renata Sorrah'/><category term='abba'/><category term='joe cocker'/><category term='radiohead'/><category term='Planet Hemp'/><category term='jay vaquer'/><category term='marina lima'/><title type='text'>tão... além!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-8663126014411834116</id><published>2009-12-03T06:55:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T07:01:45.694-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='radiohead'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='the sound of music'/><title type='text'>Alive with the sound of music</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[para ler ao som de No alarms, do Radiohead]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem uma personagem no filme "Garota Interrompida" que, logo no começo, vira para a Whoopi Goldberg e diz que está se sentindo muito musical naquele dia, enquanto tenta encostar nas cordas de um violão que está trancado em um armário. Ela não devia estar ali naquele momento, mas seu desejo e a sensação fizeram com que, por certo, ela tenha quebrado uma regra para colocar para fora o que sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou uma pessoa musical. Não tenho momentos, o tempo todo estou com alguma música nos ouvidos ou, na pior (?) das hipóteses, uma música na cabeça, que vai me acompanhar por aquele determinado período de tempo. Por culpa disso, tenho músicas-tema para praticamente todos os momentos importantes da minha vida, além de também ter músicas que me lembram, instantaneamente, todas as pessoas que eu gosto. Músicas que se tocarem nas mais variadas situações me jogarão de volta três, cinco, dez anos, ou me farão lembrar de qualquer um, como , por exemplo, daquela professorinha do primário, que me ensinou o be-a-ba ["que saudades da professorinha"]. Por culpa disso, nos últimos dias vivi dois casos que me mandaram de volta para meados de 2008, quando eu descobri as tais canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro relance de saudosismo aconteceu quando estava arrumando minha case de cds, e encontrei dois dvds de backup de músicas. Como não lembrava o que tinha enfiado dentro deles, fui olhar e, no meio de Radiohead, Prince e outras coisas que não tem a menor ligação, encontrei uma coletânea da Joan Baez. Eu sempre ouvia falar dela, e todas aquelas coisas de Bob Dylan de saias, letras narrativas, um violão folk marcando as músicas, mas nunca tinha parado para escutar. Foi quando, pouco antes do inverno do ano passado, acabei baixando a tal coletânea e fiquei apaixonado por aquela voz, pelas músicas que algumas vezes me lembravam a Joni Mitchell e pelo jeito fácil como ela canta, como se fosse tão simples quanto caminhar [o que, talvez, para ela, seja realmente].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me lembrei de vários dias, várias tardes ao som de Joan Baez, indo para o trabalho, para encontrar os amigos, voltando para casa à noite, triste, olhando a cidade passar correndo pelo vidro, enquanto os olhos fugiam de um livro qualquer. Planos que não aconteceram, vontades que deixei para lá, idéias que nunca coloquei em prática, talvez porque realmente não fossem dar certo, talvez por puro desleixo, ou talvez porque...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois estava me preparando para correr na esteira e queria ouvir algumas músicas específicas durante, mas não consegui sincronizar meu computador com o celular, e tive que ouvir o que estava lá. Como correr ao som de Elliot Smith ou Tracy Chapman não é muito inspirador, dei uma olhada e escolhi a Kate Nash, que apesar de ter uma Nicest Things no meio da setlist, eu considero uma cantora felizinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que ouvir novamente a Nash me fez voltar no tempo até exatamente um ano atrás, bem naquela época que resolvi viajar para o Rio, São Paulo, Santos, Brasília, e as músicas desse cd me acompanharam em todas as rotas, mesmo que em alguns momentos eu estivesse dormindo, e a música fosse só um meio de não ouvir os barulhos de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kate Nash vai sempre me lembrar dessa fase bem indefinida na minha vida mas, acima de tudo, me lembra uma ou outra pessoa que estiveram ali naquele momento comigo, de alguma forma. Toda vez que ouço Mariella, We get no ou Birds me dá vontade de pegar o telefone e ligar, só para poder dizer "acabei de ouvir uma música e me lembrei de você…"  As vezes eu ligo, e quando calha dessas pessoas atenderem o telefone, a gente acaba conversando sobre qualquer trivialidade. Simples como a vida, de alguma forma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-8663126014411834116?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/8663126014411834116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=8663126014411834116&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8663126014411834116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8663126014411834116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/12/alive-with-sound-of-music.html' title='Alive with the sound of music'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-9123188967269170542</id><published>2009-11-04T11:09:00.000-08:00</published><updated>2009-11-04T11:23:24.318-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria Bethania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roberto Carlos'/><title type='text'>Ate os erros do meu portugues ruim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[para ler ao som de Estranho Rapaz, na voz da Maria Bethania]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dia desses, na Turquia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_ Mas entao, de que lugar da Europa voce eh?&lt;br /&gt;_ Nao sou europeu... Sou do Brasil!&lt;br /&gt;_ Brasil? Adoro os brasileiros, eles sempre vem aqui. Sou fa do Roberto Carlos!&lt;br /&gt;_ Ai, eu tambem... Detalhes, Cavalgada, a Jovem Guarda, os canticos religiosos... Musicas que sao fundamentais para a minha vida.&lt;br /&gt;_ Musicas? Mas ele canta?&lt;br /&gt;_ Claro que ele canta... Ele eh o rei da musica popular brasileira!&lt;br /&gt;_ Estranho. Por aqui ele so joga futebol...&lt;br /&gt;_ Nao, seu moco, o rei que joga futebol eh o Pele!&lt;br /&gt;_ Nao, nao... Roberto Carlos, joga aqui no Fenerbahce.&lt;br /&gt;_ Ih, entao quem esta confundindo as majestades sou eu. O meu rei quer os discos de ouro. O seu, as tacas douradas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenerbah%C3%A7e_Spor_Kul%C3%BCb%C3%BC" title="Fenerbahçe Spor Kulübü"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-9123188967269170542?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/9123188967269170542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=9123188967269170542&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/9123188967269170542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/9123188967269170542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/11/ate-os-erros-do-meu-portugues-ruim.html' title='Ate os erros do meu portugues ruim'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-8596381305189129031</id><published>2009-09-14T04:23:00.000-07:00</published><updated>2009-09-14T04:32:26.360-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='abba'/><title type='text'>Don't go wasting your emotions</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[para ler ao som de Dancing Queen, do Abba]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Dia desses, conversando com uns hospedes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_ E voce, de onde eh?&lt;br /&gt;_ Eu sou brasileiro...&lt;br /&gt;_ Ah, que legal. Da terra da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ&amp;shy;lvia_da_SuÃ©cia"&gt;Silvia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;_ Isso, da terra da Silvia. E voces, de onde sao?&lt;br /&gt;_ Somos da Suecia.&lt;br /&gt;_ Nossa, eu adoro a musica da Suecia!&lt;br /&gt;_ E qual grupo voce mais gosta? Gentle Touch?&lt;br /&gt;_ ...&lt;br /&gt;_ Nao, ele tem cara que gosta de uma coisa mais pop, tipo Roxette, Cardigans...&lt;br /&gt;_ Ah, na verdade eu gosto mesmo eh do ABBA!&lt;br /&gt;_ O.o&lt;br /&gt;_ ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-8596381305189129031?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/8596381305189129031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=8596381305189129031&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8596381305189129031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8596381305189129031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/09/dont-go-wasting-your-emotions.html' title='Don&apos;t go wasting your emotions'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-1650130458812311230</id><published>2009-09-03T15:21:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T15:49:46.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria Bethania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planet Hemp'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Renata Sorrah'/><title type='text'>Queimando tudo ate a ultima ponta</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[para ler ao som de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Fziqw1PmYAQ"&gt;"O poeta come amendoim" e "Santo Antonio"&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;com Renata Sorrah e Maria Bethania, no show especial "Brasileirinho"]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pequeno roteiro em dez cenas, a ser ilustrado futuramente, sobre como desfavorescer a imagem do Brasil na Dinamarca.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;[sequencia dia, meio da tarde, grande avenida em Copenhagen, Dinamarca]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 1:&lt;/strong&gt; Voce sai andando pela rual, maravilhado com os carros, as pessoas bonitas, as construcoes classicas e antigas... Comeca a fazer fotos e videos freneticamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 2:&lt;/strong&gt; Em um ponto hipotetico qualquer, voce comeca a perceber centenas... nao, milhares de bicicletas estacionadas em lo0cais apropriados, geralmente nas calcadas, que sao larguissimas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 3:&lt;/strong&gt; Voce entende porque a idade media de vida do pais em questao eh tao alta. O ar eh mais puro porque as pessoas nao utilizam tanto o carro e, alem disso, pedalar eh um otimo exercicio fisico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 4:&lt;/strong&gt; Observando bem, voce ve que as bicicletas nao sao modernissimas, mas sim guardam um que vintage, nao possuem marchas, algumas tem uma cesta na frente...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 5:&lt;/strong&gt; Ao analisar todos esse detalhes voce constata que praticamente nenhuma bicicleta esta trancada, de forma alguma. Continua olhando surpreso e ve mais bicicletas e menos trancas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;[sequencia noite, bar em Copenhagen]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 6:&lt;/strong&gt; Depois da terceira cerveja, voce ja comeca a arriscar algumas palavras em dinamarques com quem esta sentado ao seu lado no balcao. Eis que o bartender pergunta de onde voce eh, provavelmente motivado pelo figurino diferente do que ele esta acostumado a ver (jeans, all star e a camisa do &lt;a href="http://www.atletico.com.br/"&gt;Glorioso&lt;/a&gt;). Voce responde que eh do Brasil e vira uma especie de sensacao do local, todos querem saber um pouco mais sobre o pais no qual voce nasceu e passou quase toda sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 7:&lt;/strong&gt; Como voce nao acredita na possibilidade do conhecimento ser unilateral, voce tambem comeca a fazer perguntas sobre a Dinamarca, Copenhagen... Escandinavia, de um modo geral. Investiga o clima, PIB, IDH... "os dados, somente o necessario!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 8:&lt;/strong&gt; Depois de alguns assuntos aleatorios, voce se lembra das bicicletas destrancadas pelas ruas e decide investigar, tentar fazer um levantamento de quantas sao roubadas por mes. Curiosamente, voce descobre que isso raramente acontece. Algumas vezes alguem pega uma bicicleta, mas a deixa em outro lugar, entao as que desaparecem quase sempre sao recuperadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 9:&lt;/strong&gt; Surpreso, voce solta a seguinte frase [lembrando de elevar o tom de voz e fazer com que o bar todo te ouca]: " Nossa, se alguem deixar uma bicicleta destrancada no Brasil a &lt;u&gt;Elza&lt;/u&gt; grita" [lembrando tambem de dar toda enfase na palavra Elza]. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;[pausa para olhares chocados dos interlocutores]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cena 10:&lt;/strong&gt; Antes do copo se esvasiar voce conclui que, se "ha algo de podre no reino da Dinamarca", pau de galinheiro perde para o Brasil...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-1650130458812311230?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/1650130458812311230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=1650130458812311230&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/1650130458812311230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/1650130458812311230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/09/queimando-tudo-ate-ultima-ponta.html' title='Queimando tudo ate a ultima ponta'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-6108972069028153801</id><published>2009-08-14T22:04:00.001-07:00</published><updated>2009-08-21T17:26:23.521-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='joe cocker'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='joni mitchel'/><title type='text'>Try not to sing out of key</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[para ler ao som de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=udkaq7odKJo&amp;amp;feature=fvw"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;River&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, da Joni Mitchell, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;na voz da Sarah MacLachlan]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltei a rever os episódios de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Wonder_Years"&gt;Anos Incríveis&lt;/a&gt;. Não sei se poderia dizer rever, já que tenho a impressão de que perdi vários dentre todas as vezes que acompanhei a série na Cultura. A primeira vez que vi foi nos anos 1990, creio que a primeira vez que foi apresentada no Brasil. Depois peguei algumas reprises até chegar em 2005, quando a Cultura voltou a exibir. Na época, inclusive, fiz um post no meu primeiro blog, comparando o personagem principal comigo, e algumas similaridades que temos, como por exemplo a estrutura familiar, que é a mesma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que mais tem me impressionado nessa revisão, além de, claro, a série ainda guardar semelhanças com minha vida - talvez o contrário, quem sabe - é o fato de como um programa feito há tanto tempo, mais de vinte anos, ainda consegue me prender com uma facilidade muito maior do que a última novela da Gloria Perez, por exemplo, da qual tenho passado longe, principalmente porque, depois de ter convidido com indianos "legítimos", tudo me pareça muito artificial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E isso não devia me causar espanto. Se eu pegar meus cds, e separá-los por ano de lançamento, o que vai predominar ali são as décadas de 1960, 1970, talvez alguma coisa dos 1980. Filmes? Sou daquele que quanto mais mofada a fita melhor. Uma vez cheguei a comentar que o Oscar para mim não era mais o mesmo, que a premiação tinha perdido o encanto, que o legal era o evento de uns quarenta anos atrás. Na verdade eu queria dizer que os filmes de hoje não me soavam tão interessantes quanto os de tempos atrás. &lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/diretores/danny-boyle/corpo.asp"&gt;Quem quer ser um milionário&lt;/a&gt; eu só vi de rabo de olho porque estava sendo exibido num vôo de dez horas que peguei meses atrás, e eu não tive outra saída. Mas confesso que cochilei em umas partes porque, vou ser muito franco, Bollywood não é minha praia. E aqui ainda caímos naquela idéia do &lt;em&gt;fake&lt;/em&gt; ali de cima, um tanto quando mais branda, é verdade. E mesmo quando é um lançamento, me atrai muito mais um novo produto de alguém que já tem anos de estrada, do que de uma banda em começo de carreira, por exemplo. Já estou acompanhando o burburinho dos novos álbuns da Maria Bethânia, que deve lançar dois cds ainda esse ano, e outro dia me peguei vasculhando a internet atrás de um novo filme do Martin Scorsese.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No final de um dos episódios de Anos Incríveis, que acabei de rever, numa hora que começa a tocar River, com a Joni Mitchell, passei a me imaginar daqui uns vinte, trinta anos, movimento inverso que o personagem da série faz. Tentei traçar uma suposta vida, emprego, uma casa só minha, família, talvez um gato... mas não consegui. Muito provavelmente porque, de uns tempos para cá, tenho achado melhor ir apenas acompanhando os fatos, tomando as decisões de leve, quando o momento de escolher já está aqui, do meu lado; do que ficar imaginando "como será o amanhã". Deixo os dois olhos no presente e dou leves piscadelas no passado. Nem que seja para buscar uma música para servir de trilha para um post. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-6108972069028153801?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/6108972069028153801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=6108972069028153801&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/6108972069028153801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/6108972069028153801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/08/try-not-to-sing-out-of-key.html' title='Try not to sing out of key'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-2995998220785257574</id><published>2009-07-29T13:07:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T17:25:47.091-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jay vaquer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tori amos'/><title type='text'>Nem nas buscas de um Google</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[para ler ao som de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=OFQuyVdEK-Y&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=830DAE5A4AD2766F&amp;amp;playnext=1&amp;amp;playnext_from=PL&amp;amp;index=17"&gt;A Sorta Fairytale&lt;/a&gt;, da Tori Amos]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve ter mais ou menos uns seis meses que estou trabalhando no roteiro de um curta. E já estou bem adiantado no processo, de repente até conseguiria começar a filmar já no fim de semana. Já tenho minha heroína, se é que podemos chamá-la assim, pronta no papel. Já tenho a heroína esperando para se preparar na vida real. Já bolei a trilha, as locações e já sei até como vou editar esse curta depois, a linha de tempo que usarei, onde vão acontecer os cortes. Já li que vários diretores entravam em estúdio assim, com tudo pronto, incluindo os cartazes de divulgação do filme pronto. O Stanley Kubrick era um deles, se não me engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há um ponto do meu roteiro que ainda não me agrada. É um ponto chave na narrativa, onde eu faço a atriz principal, protagonista e única personagem pender para um lado bom ou ruim. Não o lado bom e ruim da força, mas um lado onde ela saíra menos ferida e um lado onde ela quiçá deixará o filme viva. Não digo viva no sentido de que ela talvez vá morrer em algum ponto da narrativa, mas um viva mais dramática, no sentido de que sim, ela saíra com vida de cena, mas talvez fosse melhor que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que esse roteiro surgiu na minha cabeça, há não sei quanto tempo, esse ponto na narrativa sempre me foi obscuro. E hoje, terminando de esquematizar um possível processo de filmagem, me ocorreu que toda vez que eu pegava esse roteiro para trabalhá-lo, depois de já ter empacado nesse ponto específico, eu pendia para um dos lados de acordo com meu estado de espírito naquele momento. Se eu estivesse bem, de bem, feliz, tudo se direcionava para o salvamento da minha heroína. Não que ela vá terminar o curta numa posição privilegiada, mas também não posso dizer que aquele sentimento dela é de tristeza. Entretanto, se eu não estivesse nos meus melhores dias, a heroína com certeza seria direcionada para o ponto do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me pareceu estranho perceber isso agora porque, de forma alguma, essa personagem tem alguma intenção de ser autobiográfica. Ok, não posso dizer que ela é totalmente desapegada ao que sou, até porque partiu de mim a criação dela, então nem que seja alguma experiência ou vontade minha ela tem. O que me deixa mais intrigado é que, para qualquer lado que ela for, eu tenho certeza que vai ser o melhor destino para essa personagem. Mesmo se ela partir para um lado ruim e eu levar em conta toda a consideração que tenho por essa personagem, que viveu comigo por todo esse tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eu comecei a fazer paralelos com as pessoas que, por algum momento, tiveram no mínimo uma consideração da minha parte. Algumas ainda estão comigo e me são muito queridas. Mas a maioria se perdeu, algumas eu sei que foram para um caminho legal, seguiram suas vidas, outras são grandes incógnitas, eu não sei o que fazem, onde moram, não sei exatamente mais nada. E me ocorreu que a vida é sim um roteiro que a gente vai escolhendo os destinos, como aqueles livros que líamos quando crianças, que ao final de cada página você escolhia para onde a personagem iria. Lembro de um que li quando tinha uns onze anos e que nunca consegui chegar ao final que todos os meus amigos chegaram. Eles encontraram o tesouro, mas eu sempre ficava perdido numa floresta para todo o sempre ou terminava preso numa caixa em formato de coração. Uma forma menos trágica de anunciar que você &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RZgH8sKsTqI"&gt;"perdeu ou está perdendo alguma coisa, morna e ingênua, que vai ficando no caminho..."&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-2995998220785257574?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/2995998220785257574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=2995998220785257574&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/2995998220785257574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/2995998220785257574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/07/nem-nas-buscas-de-um-google.html' title='Nem nas buscas de um Google'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-8568555532519546433</id><published>2009-07-22T21:09:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T17:25:24.152-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ney matogrosso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marina lima'/><title type='text'>Fechar a porta e perder algum detalhe</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[para ler ao som de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UEd10G_qRZE"&gt;Retrato em Branco e Preto&lt;/a&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;do &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chico e do Tom, na voz do Ney Matogrosso]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sou do tipo de pessoa que guarda tudo. Tudo mesmo. Guardei meus boletins da escola, daquela época onde eu só tirava A. Também guardei bilhetinhos, cartas, provas, cartões de aniversário... até o recibo do primeiro mocha que tomei em um Starbucks americano. Provavelmente tem alguma coisa sua perdida lá também, alguma coisa que remeta a algum dia bonito que a gente nem mais lembre, com exatidão, o que e quando aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os meus guardados, por assim dizer, estão organizadamente bagunçados em uma grande caixa azul, chamada &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tI2UuoJ77ec"&gt;Todo Sentimento&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. E estão nesse micro-caos de propósito, porque adoro perder horas encontrando cada pedacinho de memória, recuperando a história por detrás dele e tentando, de alguma maneira, conectar tudo, como se fosse um grande quebra-cabeças que, montado, forma coisa alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, tem uma coisa que ando guardando, e que não é tão comum assim encontrar nas caixas de tesouro. Tenho guardado minhas emoções, tenho dominado-as com muros, grades e até com camisas-de-força, quando atingem um maior grau de agitação. O trabalho é árduo, confesso, mas tenho conseguido certo êxito. Um êxito e pronto, que não me enche de orgulho, mas também não me deixa triste ou qualquer outra coisa do tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não me lembro quando comecei com isso. Só me recordo de que, em um momento qualquer, minhas emoções rolavam soltas, libertas, seguiam o fluxo de um rio interminável até se perderem, se desgarrarem de mim e não mais me pertencerem. E, de uma hora para outra, já tinha me tornado o carcereiro desse manicômio das emoções, fazendo cara de bravo enquanto elas, loucas, batiam os pratos nas grades. Talvez por uma censura interna, ou até mesmo na tentativa de me resguardar de maiores surpresas [diria até estragos], escondia todas elas, repreendendo as rebeldes e mostrando de exemplo aquelas que ficavam quietas, caladas, em um canto qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E nessa altura do texto, você já deve estar imaginando que, se eu vim escrever sobre isso, é porque, muito provavelmente, essa clausura está me machucando, fugiu ao controle, não faz mais parte de mim. Entretanto, isso não é verdade. Claro que o trivial, o comum e o lógico seria que eu deixasse que as emoções saíssem desgovernadas, tal qual jamantas, sem rumo por aí. Mas nunca tinha me sentido tão forte e preparado para a vida como me sinto agora. Pela primeira vez em muito tempo sinto que tenho o controle e que posso decidir, conscientemente, o que eu devo fazer ou deixar de fazer, e já vislumbrar como essa ação afetará minha vida, com um grau de acerto muito grande. O que tem sido de uma utilidade sem tamanho, porque, sinceramente, eu cansei de ser surpreendido por coisas que explodiam, tanto as boas quanto as ruins. Agora eu tenho o controle, ou a maior parte dele, e sei quando os balões vão estourar. Dá o tempo exato para correr para o outro lado da sala... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-8568555532519546433?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/8568555532519546433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=8568555532519546433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8568555532519546433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/8568555532519546433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/07/fechar-porta-e-perder-algum-detalhe.html' title='Fechar a porta e perder algum detalhe'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5623916638529051109.post-3300505359430842934</id><published>2009-07-16T05:35:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T17:24:43.005-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legião urbana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cranberries'/><title type='text'>Sexo verbal não faz meu estilo</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[para ler ao som de &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W6_sZd3viG8"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Salvation&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, do The Cranberries]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este deve ser, o que? meu blog de número oito, ou nove. Teve aquele do weblogger que a internet comeu, mas que durou bons seis anos e &lt;a href="http://luiztarciso.net/"&gt;amigos&lt;/a&gt; que estão por aqui até hoje; teve um de cinema aqui no blogspot, que durou dois meses e um Oscar, mas que me fez pensar em cinema de uma forma mais, digamos, acadêmica [jura!]; e teve o &lt;a href="http://gatodealice.blogspot.com/"&gt;[o sorriso do] gato de alice&lt;/a&gt;, assim, tudo minúsculo, mas seguramente o blog mais maiúsculo que tive. Apesar da curta existência, praticamente um suspiro, foi o que me deu mais carinho manter e o único que não tenho a menor coragem de apagar - mas também ainda não fiz back-up, então se algum dia o blogspot explodir eu vou junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como eu sou praticamente a Anne Frank quando ela se define como "um feixe de contradições", depois de falar que nunca mais teria um blog enquanto eu vivesse [/drama], cá estou de volta. Mas aí vocês se perguntam, "por que não voltar para o gato, já que você o adora?" Claro, seria lógico, mas Flavimar, como quem me conhece sabe, anda na direção contrária de qualquer coisa que recebe o adjetivo lógico. Se é que isso é mesmo um adjetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o motivo pelo qual criei um outro blog [o que não levou nem dois minutos, diga-se de passagem - e me fez ficar um pouco triste, porque quando comecei minhas postagens não tinha essa mordomia toda de web 2.0, então ou você aceitava o layout que o servidor te oferecia ou botava as patinhas no teclado e ia quebrar cabeça com código html, alguns os quais ainda me recordo] e não voltar com o antigo foi que, apesar de realmente amar o &lt;a href="http://gatodealice.blogspot.com/"&gt;gato de alice&lt;/a&gt;, em toda sua simplicidade, quase um minimalismo, e os textos que postei lá, eu não me pertenço mais àquele blog. Não porque eu passei muito tempo sem utilizá-lo, mas porque o Flavimar que escreveu ali não é jamais o Flavimar que escreve este texto agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas aí claro que uma velhinha surda da última fileira vai levantar e gritar "ah, que bobabem... o Flavimar de agora também não é o mesmo do blog do weblogger." E claro que não é, até porque o Flavimar que começou o blog do weblogger não foi nunca o mesmo que decidiu encerrá-lo [com um post sobre o show da Maria Bethânia aqui em Belo Horizonte, em 2007]. Mas o começo de 2008, fase mais ativa do &lt;a href="http://gatodealice.blogspot.com/"&gt;gato&lt;/a&gt; [sim, estou linkando o tempo] foi onde meu eu estava mais exato com aquilo que sei que sou e com aquilo que realmente quero que as pessoas vejam que sou. É complicado falar isso porque fica parecendo que hoje, julho de 2009, eu sou apenas um simulacro de qualquer coisa. O que não é verdade, mas também não deixa de ser mentira. É como se no primeiro semestre de 2008 eu realmente estivesse disposto a gritar "olha, mundo, esse sou eu, se não gostou o problema é seu, porque eu não tenho o menor interesse em mudar uma vírgula", e agora eu apenas sussurre "oi, prazer, meu nome é Flavimar", e deixe quem quiser me descobrir que abra o google e procure.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse Flavimar de 2008 deve ser, seguramente, um reflexo de 2007 do segundo semestre, mais exatamente. Na verdade não um reflexo, mas uma conseqüência de muita coisa que aconteceu naquela segunda parte do ano. Foi como se, depois de tudo, aquele período [monografia sobre um tema tirado da cartola e que eu penei para achar bibliografia; formatura; um momento "Alanis perde" - piada interna que acho que nem eu mesmo vou entender] tivesse acabado e eu, na esperança ou certeza de que a roda havia girado quase 180º, tivesse chegado no começo de 2008 e falado "então, oi, sou eu!?"... Porque é claro que depois dessa enxurrada de coisas acontecendo ao mesmo tempo, e eu sobrevivendo [ui!] a todas elas, a primeira sensação que se tem é de que você está preparadíssimo para ganhar a prova mais difícil de qualquer olimpíada [all around de ginástica perde]. O que, obviamente, não é verdade! E não é verdade porque, alô, né, ninguém nunca está preparado para nada não! Ninguém nunca está preparado para um novo emprego, para um emprego de anos, para um relacionamento começado no último fim de semana, para um casamento com trocentos anos de histórias... Tudo não passa de &lt;a href="http://www.escolalucinda.com.br/bau/termosdanovadramatica.htm"&gt;termos da nova dramática&lt;/a&gt; que a gente vai escrevendo todos os dias. "O enredo / a gente sempre sempre todo dia tece", não é mesmo, Elisa Lucinda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então voltar com um blog onde eu era o mais "eu" que já fui até hoje seria trair aquela figura de um ano atrás, tão cheia de planos, idéias, disciplinas isoladas em mestrados, "grito meu cu para qualquer coisa que eu desaprove mesmo", introduzindo um outro Flavimar [escrevi novo, mas troquei por outro porque vai que eu não sou novo coisa nenhuma, mas apenas uma edição remixed and revisited?], que não é nem melhor, nem pior que qualquer outro que já existiu. Obrigado, mas melhor não. Melhor não misturar os canais, juntar o joio com o trigo. E, além do mais, como eu mesmo já disse, não demora nada criar um blog hoje em dia. Claro, essa facilidade toda resultou em um esgotamento de títulos bacanas [sendo usados em blogs com uma postagem de quatro, cinco anos atrás], mas basta pensar um pouquinho que o título chega. Tudo novo, com a cara de sempre, e um dedinho de experiências a mais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5623916638529051109-3300505359430842934?l=taoalem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taoalem.blogspot.com/feeds/3300505359430842934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5623916638529051109&amp;postID=3300505359430842934&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/3300505359430842934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5623916638529051109/posts/default/3300505359430842934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taoalem.blogspot.com/2009/07/sexo-verbal-nao-faz-meu-estilo.html' title='Sexo verbal não faz meu estilo'/><author><name>Flavimar Dïniz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_OLCSfhmNHOo/Sl8dtitAisI/AAAAAAAAALo/nikJdLjon-c/S220/imageU.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
